Sexta-feira, Dezembro 4

Já chegou o de Dezembro...

clique para ampliar Todos os meses um livro diferente, sempre a um preço muito especial!

“Ao ler o livro, é inevitável pensar no Machado de Assis de Dom Casmurro e de Memórias Póstumas de Brás Cubas – este último por conta do enredo em que aparentemente não acontece nada e nenhuma narrativa se estabelece como determinante. O diálogo eficiente com o maior escritor brasileiro dá a medida do triunfo literário que é este novo romance de Chico Buarque”
Heitor Ferraz, Revista Bravo!


“Leite Derramado é o mais hábil e inspirado romance que [Chico Buarque] já escreveu [...] A qualidade de Leite Derramado – um dos mais importantes romances lançados no país nesta primeira década do século XXI – desmonta, de vez, as superstições e preconceitos que deformam a sua figura de escritor. Chico não é só um músico de sucesso que faz literatura. Ele está entre os grandes narradores brasileiros contemporâneos [...]. Leite Derramado despeja sobre o leitor, é verdade, uma profunda tristeza. Mas é uma tristeza fértil, que nos ajuda a matizar os grandes actos da história.”
José Castelo, O Globo

“Leite Derramado é um livro maior, em que Chico Buarque dá um passo além de Budapeste e alcança na ficção a mesma potência vernáculo e imaginativa de suas melhores canções [...]. Chico Buarque escreveu um romance poderoso sobre o amor e a posse, a memória e a história”
Samuel Titan Jr., O Estado de S. Paulo


“Leite Derramado é um livro divertido, que se lê de um estirão[...]. Sem saudosismo nem adesão subalterna ao que está aí, a invenção realista de Chico Buarque é uma soberba lufada de ar fresco”
Roberto Schwarz, Folha de S. Paulo

Acerca do livro:
Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história da sua linhagem, desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até ao tetraneto, um jovem do Rio de Janeiro actual. Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e económica, tendo como fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos.


Acerca do autor
Chico Buarque de Holanda nasceu no Rio de Janeiro, em 1944. Cantor, compositor e escritor, publicou as peças Roda Viva (1968), Calabar (1973), Gota d’água e Ópera do Malandro (1979); é ainda autor da novela Fazendo modelo (1974) e dos romances Estorvo (1991), Prémio Jabutti 1992, Benjamim (1995), Budapeste (2003), Prémio Jabutti 2004, e Leite Derramado (2009), o seu mais recente romance.
Budapeste foi adaptado ao cinema num filme realizado por Walter carvalho, onde participaram os actores Nicolau Breyner e Ivo Canelas.

Mas antes ainda haverá uma "Conversa entre Pais"

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é já amanhã... Mário Zambujal e Herdade do Rocim na Arquivo

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Em Dezembro...

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Quarta-feira, Novembro 25

Já conhece o de Novembro?


Todos os meses, uma sugestão de leitura diferente, sempre com um preço especial.

A Mulher Certa
Sándor Márai
Editora: Dom Quixote


Uma tarde, numa elegante cafetaria de Budapeste, uma mulher relata a uma amiga como certo dia, por causa de um vulgar acidente, descobriu que o seu marido estava entregue de corpo e alma a uma paixão secreta que o consumia desde e como desde esse momento tentara, em vão, reconquistá-lo. Na mesma cidade, uma noite, o homem que foi seu marido confessa a um amigo como deixou a sua esposa pela mulher que desejava há anos, para depois se casar com ela a perder para sempre. De madrugada, numa pequena pensão romana, uma mulher conta ao seu amante como ela, de origem humilde, casou com um homem rico, e como o casamento sucumbiu ao ressentimento e à vingança. Como marionetas sem direito a exercerem a sua vontade, Marika, Péter e Judit narram a falência das suas relações com o realismo cruel de quem considera a felicidade uma ilusão inalcansável. Neste romance encontramos as páginas mais íntimas e arrojadas, as mais sábias, de Márai. A sua descrição do amor, da amizade, do ciúme, da solidão, do desejo e da morte apontam directamente ao cento da alma humana. Em 1941, Márai publicou Az Igazi [A Mulher Certa], um romance composto por dois longos monólogos; para a edição alemã de 1949 (Wandlungen der Ehe), o autor adicionou uma terceira parte, escrita durante o seu exílio em Itália; em 1980 rescreveu uma terceira parte, à qual adicionou um epílogo, dando-o à estampa com o título Judit...és az utóhang [Judit... e um epílogo]. A presente edição reúne as quatro partes que constituem o romance.

Sándor Márai (n.1900, Hungria) passou um período de exílio voluntário na Alemanha e em França durante o regime de Horthy, nos anos 20, até que abandonou o seu país emigrando para os EUA, em 1948, com a chegada do regime comunista. A subsequente proibição da sua obra na Hungria fez cair no esquecimento quem nesse momento era considerado um dos escritores mais importantes. Foi preciso esperar até à queda do regime comunista, para que este extraordinário escritor fosse redescoberto no seu país e no mundo inteiro.
Sándor Márai suicidou-se em 1989, em San Diego, poucos meses antes da queda do muro de Berlim.

Terça-feira, Novembro 3

Novembro é tempo de...

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Domingo, Novembro 1

A história infantil é no próximo sábado